A hora certa

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Por Alessandro Matias

Sempre digo que ser “corneteiro” é o melhor passa tempo que existe. O cara somente busca criticar sem construção alguma. E isso é fato. Seja na TV, no Rádio ou mesmo nas redes sociais.

Quer tirar uma dúvida? Olhe com mais atenção para as redes sociais e perceba que os seus contatos “corneteiros” somente postam quando existe uma derrota ou algo similar. E isso é independente do time. Para ajudar, nunca!

Ontem, ao ver um programa de televisão, me deparei com comentários sobre o Eduardo Baptista. Nele e nas redes sociais (os corneteiros) gritavam que o cara não soube a hora de sair e que teria deixado um grande momento da carreira dele. Será que ele seria burro ao ponto de jogar um grande momento? Será?

Não costumo “gritar” quando eu não sei das informações. Contudo, eu tenho que seguir regras de sigilo e aguardar o momento certo. E nessas regras tem uma que é a mãe de todas: de somente falar tudo quando sou autorizado. Outro fator também é levado em conta: se a informação vai agregar algo no momento.

Em nenhum ponto, até o momento, debater sobre um ex- profissional do clube vai ser útil. Apenas foi para que saibam que nem tudo que é dito sobre um assunto é obrigatoriamente verdade. E isso vale para a vida.

Entretanto, da mesma forma que “gritam” as “verdades”, me senti no direito de “defender” o ex-técnico rubro-negro, no momento, até onde posso. E digo que ele saiu por ter motivos bem sólidos.

Não discuto aqui se ele errou ou acertou em algum momento da sua saída. É bom sempre lembrar que o homem (todos nós) tem direito de mudar os seus paradigmas para o que achar melhor. Ninguém é escravo das palavras e o mundo é sempre cíclico, independente das vontades.

“Da missa, tem gente que não sabe nem o terço.”

Alessandro Matias é editor do site Eu Pratico Sport

O texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Leões do Cerrado

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