Eduardo Baptista não gerou expectativa na Sulamericana

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Por Alessandro Matias

Inicio esse post parabenizando o amigo leitor que abriu e começou a ler. Saiba, você faz parte de uma minoria que, literalmente, lê e cria uma percepção do que foi proposto no título de uma postagem.

Por curiosidade, entre nas redes sociais do site Eu Pratico Sport e leia os comentários da “grande maioria” dos torcedores que estão repassando esse post sem ler (apenas visualizando o título). Esses devem estar achando que aqui é uma ampla defesa e o contraditório em favor de Eduardo Baptista. Isso é um exemplo do que é o torcedor (do Sport).

Longe de mim dizer aqui que Eduardo Baptista está certo ou errado. Cada um tem os seus objetivos e cabe para si buscar os caminhos. Longos ou curtos? Inteligentes ou não? Segue o jogo.

O que se pode comentar é que o torcedor do Sport gerou uma falsa expectativa da participação do leão na Copa Sulamericana. No momento em que o comandante do Sport foi para as rádios informar que a prioridade é o Brasileirão 2015, ele “não” assinou a expectativa do torcedor sobre a disputa.

Errado? Pode ser. Já falei. O que cabe a nós é fazer a crítica (construtiva) do que se viu ontem: nada!

O time começou o jogo com uma escalação equivocada. Régis tinha a oportunidade de começar a partida, como titular, e fazendo o que todos reclamam: da falta de oportunidade no seu melhor ofício. Ronaldo foi escalado e não correspondeu. Claro! O atleta não joga faz tempo.

Continuo batendo na tecla de sempre: o Sport tem um time. O Sport não tem elenco para suprir (com a qualidade dos titulares) as necessidades do dia a dia. E vai ser, ou melhor, já está sendo assim no Brasileirão. O próprio técnico condicionou a disputa no grupo de cima (G-4) com algumas contratações pontuais.

Se por um lado o Bahia entrou com um time bastante modificado, por outro, o rubro-negro pernambucano entrou com a falta de objetivo, estímulo, ritmo e entrosamento.

Do lado tricolor se viu vontade de jogar e a famosa fome de bola. Percebeu-se, nitidamente, que até os que estavam em ritmo de jogo (no Sport) não estavam 100% em campo. É o que falei: contaminou o grupo de “prioridades”.

Falar do time é pleonasmo diante do exposto no parágrafo anterior. Ninguém jogou bola. O que não se pode é misturar as disputas e objetivos conforme ditam, nas redes sociais, os “cavaleiros do apocalipse”.

O Sport perdeu o jogo. Quem sabe ainda vai vencer a batalha? Isso, apenas, o time e o comandante podem dizer. Afinal, um dia a conquista de vaga na SULA foi comemorada por dirigentes e comissão técnica.

Hoje, ao que parece, é um fardo difícil de carregar.

Alessandro Matias é editor do site Eu Pratico Sport e blogueiro do Globoesporte.com

O texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Leões do Cerrado.

 

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